O presidente Vanderlei de Oliveira (PT) disse que na antevéspera do Dia do Trabalhador, se sentia muito a vontade para falar de um mundo que lhe era muito particular e das mudanças para melhor no mercado de trabalho que o Brasil sentiu a partir de 2003. Disse que alguns talvez nem lembrem de uma época em que empresas fixavam plaquinhas com os dizeres “não há vagas” e que outras preferiam destacar ‘não há vagas, não insistam”.
“E naquela época não havia a possibilidade de pedir aumento ou melhores condições de trabalho, porque a resposta era ‘quem não está satisfeito que procure outro lugar’”, comentou o presidente, salientando que como militante do movimento sindical esporadicamente podia ser visto nos sindicatos a oferta de uma vaga.
Ele mostrou uma fotografia de um quadro de vagas de emprego, que disse ter feito em um sindicato de trabalhadores da cidade recentemente, com muitas ofertas. “Hoje isso nos dá segurança. O trabalhador que nunca passou por isso talvez não possa compreender o significado disso, por isso falo com muita felicidade por ver e assistir o quanto o Brasil melhorou desde que o povo brasileiro teve a inteligência de colocar no comando do país um trabalhador e uma trabalhadora”, sustentou.
O presidente disse que acompanha o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Informou que em a média histórica de novos postos de trabalho criados até 2002 no Brasil era cinco mil por mês. “Em 2003 passamos para 71 mil novas vagas ocupadas mensalmente, depois saltamos no ano seguinte para 150 mil novos postos de trabalho a cada mês e aumentando significativamente, chagando a 204 mil novos postos de trabalhos criados em 2007”, ressaltou, dizendo que nos últimos anos a média é de 100 mil novos empregos.
O parlamentar informou que o Brasil está numa situação diferente do resto do mundo., com uma taxa de desemprego de 5%.. “Taxa menor que dos Estados Unidos, que estacionou em 7,5% e o Reino Unido com 7%, e muito inferior a Espanha, com 25% da população desempregada “, exemplificou, dizendo que se sente triste pela situação desses países, mas que se alegra muito pela condição vivida no Brasil atual.
Segundo Vanderlei, o resultado favorável ao mercado de trabalho brasileiro, é resultado do fortalecimento do mercado interno conforme política econômica do Governo Federal.
Lamentou que há quem torce por uma taxa Selic de 26% e de uma movimentação de 11 mil pontos na Bolsa de Valores e não por uma valorização de 50 mil pontos dos dias atuais. “Tem gente que quer voltar a este tempo, mas nós não, nós queremos ampliar as oportunidades para o trabalhador e não queremos voltar a um período em que na data base de mais de 80% da categorias profissionais raramente havia a recomposição da inflação ou ganho real de salários”, assinalou.
O presidente ressaltou ainda que além da redução dos níveis de desemprego, o Governo dos trabalhadores também abriu novas oportunidades e alternativas de trabalho, bem como de capacitação profissional. “Tudo isso é resultado do fortalecimento do mercado interno, do fortalecimento do Brasil e dos trabalhadores. Muito me orgulho de fazer parte deste mundo do trabalho e da coletividade desse País que torce pela distribuição de renda”, enfatizou.
Foto: Renan Olaz | Agência CamaraBlu
Fonte: Assessoria de Imprensa CamaraBlu

